quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Krocodil A droga que faz usuario apodrecer vivo!!!

Imagens mostram os efeitos causados pelo uso da droga russa chamada Krokodil. As fotos são impressionantes, mas será que isso é verdadeiro ou falso?
As fotografias apareceram na web em 2010 e se espalharam juntamente com um texto afirmando que aquilo mostrado seria o efeito destrutivo de uma nova droga russa. Pessoas com profundas feridas nas pernas, braços e outras partes do corpo como se tivessem sido derretidas vivas!

AVISO: IMAGENS FORTES!

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Usuária com o braço totalmente corroído pela droga Krokodil! Verdadeiro ou falso? (foto: reprodução/Internet)

Verdadeiro ou falso?

O caso é verdadeiroA droga existe mesmo!

Krokodil

Surgida na Sibéria, em 1992, a Krokodil foi criada como uma alternativa mais barata à heroína. Ela é feita a partir da desomorfina, um sedativo e analgésico 10 vezes mais forte que a morfina.
Para produzir a droga, são usados alguns componentes improvisados (porém, fáceis de serem adquiridos), como gasolina, querosene, solventes de pinturas, comprimidos de codeína e até fósforo (tirado da lateral das caixinhas de fósforos). Tudo é cozido sem a mínima higiene e cuidado. O produto resultante dessa porcaria é injetado direto na corrente sanguínea (onde houver uma veia fácil).
Um laboratório na Rússia onde é preparada a droga!
Um laboratório na Rússia onde é preparada a droga!
Apesar da “viagem” proporcionada pela Krokodil ser comparada à da heroína, o tempo que ela dura no organismo é pouco, o que obriga ao usuário a se picar novamente em poucos minutos. Como o tempo de preparo é muito maior do que tempo que o “barato” dura no usuário, a Krokodil é feita aos montes – vários e vários litros de uma vez – e, enquanto alguns vão se drogando, outros já vão preparando a nova “fornada” da droga!
Com tantos produtos químicos embutidos, a “crocodilo” começa a causar uma irritação no local da aplicação. Essa irritação vai aumentando até necrosar a área onde foi aplicada e chega a deixar expostos ossos e músculos do doente. Na maioria dos casos, o membro afetado acaba tendo que ser amputado!
Quando o efeito da Krokodil passa, as dores são terríveis!
Quando o efeito da Krokodil passa, as dores são terríveis!

O nome Krokodil

O nome “Krokodil” vem de “crocodilo” mesmo, como você já deve ter imaginado!
Ela foi batizada assim porque a pele dos usuários dessa droga vai ficando esverdeada e cheia de escamas, lembrando a pele do réptil.
Não há muito apoio do governo russo para ajudar nas casas de reabilitação de lá. A desintoxicação é bastante lenta e dolorosa.
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Da Rússia para o mundo

Apesar de ser um “sucesso” na Rússia, a Krokodil já está se espalhando por vários países da Europa e há relatos de que essa praga já tenha chegado aos Estados Unidos.
A seguir, a primeira parte do documentário “Lágrimas de Krokodil”:

O documentário completo pode ser visto com legendas em português no site Vice News!
Veja mais fotos de um reduto onde viciados russos preparam e consomem essa terrível droga.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Emulador de Atari + 2000 Jogos (PC)

Emulador de Atari + 2000 Jogos (PC)



Aqui esta um emulador de atari com mais de 2000 jogos galera, BORA VOTAR!!!!!!!!!!!!


COMENTEM! Abraços. Gabriel Manara
Descrição: 
Emulador de Atari + 2000 jogos desse clássico console.

Informações do Arquivo: 
Plataforma: PC
Tamanho: 101 MB

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Consumidor encontra cabeça de rato na Coca cola ...FATOS

Texto Retirado efarsas.

O goiano Wilson Batista de Rezende luta desde o ano 2000 na justiça contra a Coca-Cola por ter ingerido um refrigerante contaminado e com restos de rato. Será que isso é verdade?
A notícia não é nova, mas reapareceu com força nas redes sociais após uma reportagem veiculada na Rede Record de TV no dia 12 de setembro de 2013. De acordo com várias matérias publicadas na web, o relojoeiro Wilson Batista de Rezende, de 46 anos de idade, estaria processando a fabricante da bebida Coca-Cola aqui no Brasil por dano moral, por ter ficado doente após ingerir um refrigerante contaminado.
Na reportagem que foi ao ar pela Rede Record, Wilson conta que, no ano de 2000, ao tomar um gole da Coca-Cola de uma das garrafas que ele havia acabado de comprar, imediatamente sentiu a boca e garganta queimando, obrigando-o a cuspir o resto do liquido que tinha na boca.
Consumidor teria encontrado uma cabeça de rato dentro de uma garrafa de Coca-Cola! (foto: Reprodução/Youtube)
Consumidor teria encontrado uma cabeça de rato dentro de uma garrafa de Coca-Cola! (foto: Reprodução/Youtube)
O goiano disse que daquele dia em dia em diante, nunca mais a sua saúde foi a mesma e mostrou que atualmente anda de bengala e usa um colete que, segundo ele, lhe ajuda no equilíbrio ao caminhar.
Além disso, a repórter também exibe uma das garrafas que o Sr. Wilson tem guardado até hoje, com um objeto estranho dentro, parecendo uma cabeça de rato.
Assista à reportagem abaixo que já ultrapassou a marca de 600 mil visualizações e veja o que descobrimos:

Verdadeiro ou falso?

Antes de prosseguir com a leitura desse nosso artigo, é preciso que entenda que não estamos do lado de nenhuma das partes envolvidas no caso. Apenas usamos a própria internet para tentar desmistificar as histórias que nela circulam e isso é o que o E-farsas sempre fez desde a sua criação (em 2002).
Voltando ao caso Sr. Wilson contra a Coca-Cola, o processo é real! Foi movido pelo goiano Wilson Batista de Rezende contra a Spal Indústria Brasileira de Bebidas S/a. por Dano Moral.
O processo pode ser consultado aqui! O requerente está pedindo a quantia de R$ 10.000,00.
Em contato com a fabricante do refrigerante por telefone, as informações que nos foram passadas são:
  1. A empresa tem ciência do processo e está aguardando a determinação da justiça;
  2. É impossível que uma cabeça de rato passe pelo encanamento que abastece as garrafas;
  3. A Coca-Cola cumpre com as exigências sanitárias determinadas pelos órgãos competentes;
  4. O consumidor que tiver dúvidas pode entrar em contato através do Fale Conosco;
Entendemos que a Coca-Cola, que é uma das maiores marcas do mundo e aqui no Brasil é representada pela Spal Indústria Brasileira de Bebidas S/a., já teria tomado alguma providência a respeito como, aliás, já fez em outros casos envolvendo produtos contaminados.
Por outro lado, podemos acompanhar o trabalho que o Sr. Wilson está tendo para fazer com que o seu processo ande mais depressa nas diversas publicações que andam fazendo sobre ele na web. No dia 6 de março de 2013, ele resolveu fazer uma greve de fome na Praça João Mendes (no centro velho de São Paulo) em protesto à demora no julgamento da sua indenização.
De acordo com a página de Wilson no Facebook, uma comissão dos Direitos Humanos chegou ao local, após dois dias de greve de fome, e o convenceu a parar com a greve, mediante um acordo não revelado. Wilson parece ter conseguido uma audiência para dar andamento no seu caso.

Algumas considerações

Não tivemos acesso aos laudos periciais que o requerente afirma possuir. Também não falamos diretamente com ele (o E-farsas está aberto para o contato) para coletar mais informações a respeito do caso. No entanto, algumas dúvidas levantadas pelos internautas ainda merecem ser sanadas como, por exemplo:
  1. Se o refrigerante era mesmo ácido como o Sr. Wilson afirma, como e por que o liquido ainda não dissolveu a suposta cabeça de rato encontrada dentro da garrafa?
  2. O Sr. Wilson foi o único a comprar garrafas daquele lote? Outros consumidores não apresentaram problemas?
  3. Vários leitores afirmam que é muito fácil forjar uma garrafa com lacre intacto. A forma mais simples é inutilizar uma garrafa (deixando apenas a tampa intacta), tirar a tampa da outra garrafa e encher de “objetos estranhos” lá dentro e depois fechar a garrafa com a tampa intacta do vasilhame que foi destruído. Isso não quer dizer que o Sr. Wilson tenha feito isso, mas uma tampa com o lacre inviolado não significa muita coisa.
  4. O rato poderia ter entrado na garrafa antes do envase?

O corante Caramelo IV

Em maio de 2012, o Center for Science in the Public Interest (CSPI – Centro para a Ciência a Favor do Interesse Público) realizou testes de análises químicas nos refrigerantes consumidos nos Estados Unidos e detectou a presença de altos níveis de 4-metilimidazol (4-MEI) em níveis bastante altos em duas marcas da bebida: A Pepsi e a Coca-Cola.
O 4-metilimidazol (4-MEI) é um produto usado para dar a cor caramelo aos refrigerantes e segundo estudos, o consumo exagerado da substância pode (ou não) causar câncer.
Nos Estados Unidos, as empresas se comprometeram a reduzir a quantidade do 4-MEI na fabricação dos refrigerantes. Aqui no Brasil, em nota ao Portal R7, a Coca-Cola informou que o uso do caramelo IV segue critérios definidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e que a quantidade utilizada (apesar de ser muito maior do que a usada nos EUA) não indica riscos à saúde.

Conclusão

O processo do Sr. Wilson Batista de Rezende existe mesmo e ele alega ter sido envenenado pelo refrigerante. Agora, temos que aguardar o final do julgamento e o desfecho dessa história.

[update: 18/09/2013, às 16:30]
Hoje, a Coca-Cola publicou uma nota em seu site e em seu perfil no Facebook se posicionando a respeito dessa notícia. 
O conteúdo do texto publicado pela empresa reforça o que nos foi passado por telefone:
[...] que todos os produtos são seguros e os ingredientes utilizados são aprovados pelos órgãos regulatórios, em um histórico de 127 anos de compromisso e respeito com os consumidores.“.
Reprodução da nota publicada no perfil da Coca-Cola no Facebook!
Reprodução da nota publicada no perfil da Coca-Cola no Facebook!
Na nota, a Coca-Cola lamenta o estado de saúde do consumidor, mas afirma que o fato alegado não tem fundamento e “[...] é totalmente equivocada a associação entre o consumo do produto e o seu estado de saúde.“.
[/update]


Read more: http://www.e-farsas.com/consumidor-encontra-cabeca-de-rato-em-garrafa-de-coca-cola.html#ixzz2fHfbctBO

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Experiência "Sono" da Rússia

Experimento russo teria privado do sono um grupo pessoas! Será verdade? (foto: Reprodução/Facebook)

Pesquisadores Russos, no final dos anos 40, deixaram cinco pessoas acordadas por quinze dias, usando um gás experimental como estimulamte. Eles foram mantidos em um ambiente selado, e monitorando o oxigênio deles, para que o gás não os matasse, já que possuía altos níveis de toxina concentrada. Para observá-los, havia um circuito interno de câmeras com microfones de cinco polegadas (N/T: aprox. 12 cm) e janelas menores que janelas de vigia dentro do ambiente. A câmara estava cheia de livros e berços para dormir, mas sem lençóis, água corrente e banheiro; também havia comida seca para todos os cinci que duraria um mês.

As cobaias do teste eram prisioneiros políticos declarados inimigos do Estado durante a Segunda Guerra Mundial.

Tudo estava bem nos primeiros 5 dias, as cobaias dificilmente reclamavam, já que haviam sido avisados (falsamente) de que seriam libertados se participassem do teste e não dormissem por 30 dias. Suas conversas e atividades eram monitoradas, e foi notado que elas conversavam constantemente sobre incidentes traumáticos no passado, e o tom geral da conversa tomou um tom sombrio a partir do 4º dia.



Depois de cinco dias, as cobaias começaram a reclamar das circunstâncias e eventos que os trouxeram à atual situação e começaram a demonstrar paranóia severa. Elas pararam de falar um com os outros e de começaram a sussurar alternadamente nos microfones e a bater nas vigias. Estranhamente eles pensavam que poderiam conseguir a confiança dos cientistas ao se tornarem seus colegas, e tentavam conquistá-los. No começo, os pesquisadores suspeitaram que se tratava de algum efeito do gás...

Depois de nove dias, o primeiro deles começou a gritar. Ele corria por toda a extensão da câmara gritando a plenos pulmões por 3 horas seguidas. Ele continuou a gritar, mas só conseguia produzir alguns grunhidos. Os pesquisadores acreditaram que ele conseguira fisícamente romper suas cordas vocais. O mais surpreendente disse comportamento foi como os outros reagiram a isso... ou não reagiram. Eles continuaram a sussurrar nos microfones até que o segundo prisioneiro começou a gritar. Os que não gritavam pegaram os livros disponíveis, arrancando página atrás de página e começaram a colá-las sobre o vidro das vigias usando as próprias fezes. Os gritos logo pararam.

Mais 3 dias se passaram. Os pesquisadores checavam os microfones de hora em hora para ter certeza de que funcionavam, já que pensavam ser impossível que 5 pessoas não poderiam estar produzindo som algum. O consumo de oxigênio indicava que as 5 pessoas ainda estavam vivas. Na verdade, acontecera um aumento no oxigênio, indicando um nível que 5 pessoas teriam consumido após exercícios pesados. Na manhã do 14º dia, os pesquisadores usaram um interfone dentro da câmara, esperando alguma reação dos prisioneiros, que não estavam dando sinais de vida, e os cientistas acreditavam que estavam mortos ou vegetando.

Eles disseram: “Estamos abrindo a câmara para testar os microfones, fiquem longe da porta e deitem no chão ou atiraremos. A colaboração dará a um de vocês liberdade imediata.”

Para a surpresa de todos, alguém respondeu calmamente em uma única frase: “Não queremos mais sair.”

Discussões começaram a surgir entre os pesquisadores e as forças militares que criaram a pesquisa. Não conseguindo mais resposta alguma através do interfone, foi finalmente decidido abrir a porta à meia-noite do 15º dia.

O gás estimulante foi retirado da câmara e substituído por ar fresco, imediatamente vozes vindas dos microfones começaram a reclamar. Três vozes diferentes imploravam pela volta do gás, como se pedissem para que poupassem a vida de alguém que amassem. A câmara foi aberta e soldados entraram para retirar as cobaias. Elas começaram a gritar mais alto do que nunca, e o mesmo fizeram os soldados quando viram o que tinha dentro. Quatro das cinco cobaias estavam vivas, embora ninguém pudesse descrever o estado deles como “vivos”.

As rações a partir do dia 5 não haviam sido tocadas. Havia pedaços de carne vindas do peito e das pernas tapando o ralo no centro da câmara, bloqueando-o e deixando 4 polegadas (N/T: 10cm) de água acumulando no chão. Nunca determinou-se o quanto dessa água era na verdade sangue.
Os quatro “sobreviventes” do teste também tinham grandes porções de músculo e pele extraídos de seus corpos. A destruição da carne e ossos expostos na ponta de seus dedos indicava que as feridas foram feitas à mão, e não por dentes como se pensava inicialmente. Um exame mais delicado na posição das feridas indicou que alguns, senão todos, ferimentos foram auto-induzidos.

Os órgãos abdominais abaixo da costela das quatro cobaias havia sido removido. Enquanto o coração, pulmões e diafrágma estavam no lugar, a pele e a maioria dos órgãos ligados à costela haviam sido removidos, expondo os pulmões através delas. Todos os vasos sanguíneos e órgãos remanescentes permaneceram intactos, eles só haviam sido retirados e colocados no chão, rodeando os corpos eviscerados, mas ainda vivos das cobaias. Podia-se ver o trato digestivo dos quatro trabalhando, digerindo comida. Logo ficou aparente que o que estava sendo digerido era a própria carne que eles haviam arrancado e comido durante os dias.

A maioria dos soldados ali presentes eram das operações especiais russas, mas muitos se recusaram a voltar à câmara e remover as cobaias. Elas continuaram a gritar para serem deixadas ali e também pediam para que o gás voltassem, pelo menos elas dormiriam.

Para a surpresa de todos, as cobaias ainda lutaram durante o processo de serem removidas da câmara. Um dos soldados russos morreu ao ter sua gargante cortada, e outro foi gravemente ferido ao ter seus testículos arrancados e uma artéria da sua perna atingida pelos dentes de uma das cobaias. Outros cinco soldados perderam suas vidas, se você contar os que se mataram semanas depois do incidente.

Durante a luta, um dos quatro sobreviventes teve seu baço rompido, e ele começou a perder muito sangue quase que imediatamente. Os pesquisadores médicos tentaram sedá-lo mas foi impossível. Ele havia sido injetado com mais de dez vezes a dose normal de morfina para humanos e ainda lutava como um animal, quebrando as costelas e o braço de um médico. Houve um ponto em que seu coração bateu fortemente por dois minutos, após ele ter sangrado tanto ao ponto de ter mais ar em seu sistema vascular do que sangue. Mesmo depois do coração ter parado, ele ainda continuava a gritar e a lutar por 3 minutos, gritando a palavra “MAIS” sem parar até ficar fraco e finalmente calar-se.

O terceiro sobrevivente estava muito contido e foi levado para um consultório, os outros dois com as cordas vocais intactas continuavam a implorar pelo gas para serem mantidos acordados...

O mais ferido dos três foi levado para a única sala cirúrgica que ali havia. Durante o processo de preparar a cobaia para receber seus órgãos de volta, foi descoberto que ela era totalmente imune ao sedativo que estavam dando a ele. O homem lutou furiosamente contra as amarras que o prendiam à cama quando trouxeram gás anestésico para sedá-lo. Ele conseguiu rasgar mais de 4 polegadas (N/T: 10cm) de couro das amarras de um dos pulsos, mesmo com um soldado de 90kg segurando o mesmo pulso. Levou mais do que o necessário de anastésico para sedá-lo, e na mesma hora em que suas pálpebras se fecharam, seu coração parou. Na autópsia foi reveleado que seu sangue possuía o triplo do normal de oxigênio. Os músculos que estavam presos aos seus ossos estavam destruídos, e ele havia quebrado 9 ossos na luta para não ser sedado. A maioria eram pela força que seus próprios músculos haviam exercido.

O segundo sobrevivente era o que primeiro que começara a gritar entre os cinco. Suas cordas vocais estavam destruídas, e ele não era capaz de gritar e implorar para não passar por cirurgia, e a única forma de reação que ele exibia era sacudir sua cabeça violentamente em desaprovação quando o gás anestésico foi trazido. Ele balançou sua cabeça positivamente quando alguém sugeriu, relutantemente, se os médicos aceitavam fazer a cirurgia sem a anestesia. O sobrevivente não reagiu durante as 6 horas de procedimentos para repor seus órgãos e tentar cobrí-los com o que restou de pele. O cirurgião de plantão repetia várias vezes que era medicamente possível o paciente estar vivo. Uma enfermeira aterrorizada que assistia à cirurgia constatou que vira a boca do paciente virar um sorriso toda vez que seus olhos se encontraram.

Quando a cirurgia acabou, o paciente olhou para o cirurgião e começou a grunhir alto, tentando falar enquanto lutava. Acreditando ser algo de extrema importância, o médico pegou uma caneta e papel para que o sobrevivente escrevesse sua mensagem, “Continue cortando.”

Os outros dois sobreviventes passaram pela mesma cirurgia, os dois sem anestésico. Mas ambos tiverem um paralisante injetado durante a operação, pois o cirurgião achou impossível continuar o procedimento enquanto os pacientes tiam histericamente. Uma vez paralisados, as cobaias só podiam acompanhar o procedimento com os olhos, mas logo o efeito do paralisante passou e em questão de segundos eles começaram a lutar contra suas amarras. Quando perceberam que podiam falar novamente, começaram a pedir pelo gás estimulante. Os pesquisadores tentaram perguntar por que eles haviam se ferido, por que haviam arrancado as próprias entranhas, e por que queriam tanto aquele gás.

Uma única resposta foi dada: “Eu preciso ficar acordado.”

Todas as três cobaias sobreviventes foram colocadas de volta na câmara, enquando esperavam alguma resposta para o que seria feito com elas. Os pesquisadores, encarando a ira dos “benfeitores” militares, por terem falhado em seus objetivos, consideraram eutanásia aos pacientes. O comandante do processo, um ex-KGB, viu algumas possibilidades, e quis que as cobaias fossem colocadas novamente sob o gás estimulante. Os pesquisadores se recusaram fortemente, mas não tiveram escolha.

Em preparação para serem seladas novamente na câmara, as cobaias foram conectadas a um monitor EEG (N/T: Eletroencefalograma, que mede as ondas cerebrais), e tiveram suas extremidades acolchoadas em troca do confinamento. Para a surpresa de todos, todos os três pararam de lutar assim que souberam que seriam colocados de volta ao gás.
Era óbvio que até aquele ponto, os três estavam lutando para ficarem acordados. Um dos sobreviventes que podia falar estava cantarolando alto e continuosamente; a cobaia calada estava tentando soltar suas pernas das amarras com toda a sua força; primeiro a esquerda, depois a direita, depois a esquerda novamente, como se quisesse se focar em algo.

A cobaia restante estava mantendo sua cabeça longe de seu travesseiro e piscando rapidamente. Como fora o primeiro a ser conectado ao EEG, a maioria dos pesquisadores estava monitorando suas ondas cerebrais. Elas estavam normais na maioria das vezes, mas às vezes se tornavam uma linha reta, sem explicação. Era como se ele estivesse sofrendo mortes cerebrais constantes. Enquanto se focavam no papel que o monitor soltava, apenas uma enfermeira viu os olhos do paciente se fecharem assim que sua cabeça atingiu o travesseiro. Suas ondas cerebrais mudaram para aquelas de sono profundo e então tornaram-se uma linha reta pela última vez enquanto seu coração parava na mesma hora.

A única cobaia que podia falar começou a gritar. Suas ondas cerebrais mostravam as mesmas linhas retas que o paciente que acabara de morrer. O comandante deu a ordem para ser selado dentro da câmara com as duas cobaias e mais três pesquisadores. Assim que entraram na câmara, um dos pesquisadores pegou sua arma e atirou entre os olhos do comandante, depois voltou para a cobaia muda e também atirou em sua cabeça.

Ele apontou sua arma para o paciente restante, ainda preso à cama enquanto os outros pesquisadores saíam da sala. “Eu não quero ficar preso aqui com essas coisas! Não com você!” ele gritou para o homem amarrado “O QUE É VOCÊ?” ele ordenou “Eu preciso saber!”

“Você se esqueceu?” O paciente perguntou “Nós somos você. Nós somos a loucura que vaga em todos vocês, implorando para sermos soltos toda vez dentro de sua mente animal. Nós somos aquilo de que vocês se escondem em suas camas toda noite. Nós somos aquilo que vocês sedaram no silêncio e paralisam quando vocês atingem o paraíso noturno do qual não podem sair.”

O pesquisador ficou quieto. E então mirou no coração do paciente e atirou.

O EEG tornou-se uma linha reta enquanto o paciente gaguejava “tão...perto...livre...”

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Advogado consegue na Justiça devolução de R$ 101 mil investidos na TelexFree

Samir Badra Dib havia feito um depósito na conta da empresa horas antes de a Justiça do Acre suspender o negócio

Jéssica Otoboni
Cerca de 300 manifestantes bloquearam a BR 116, em frente ao Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio (RS), durante protesto contra a decisão da juíza do Acre que suspendeu as contas bancárias da empresa Telexfree em todo o país, em 02 de julho
Conforme decisão, a empresa tem 10 dias para devolver a quantia investida, a partir do dia da aprovação da ação, com multa diária por atraso de mil reais (Marcio Rodrigues/Futura Press)
O advogado Samir Badra Dib, de Rondonópolis, município a 218 quilômetros de Cuiabá, entrou com uma ação na Justiça e conseguiu que a TelexFree, empresa acusada pelo Ministério Público de atuar em esquema de pirâmide financeira, devolva a quantia que foi investida por ele no negócio. O valor do aporte de Dib é de, aproximadamente, 101 mil reais.
Samir Dib realizou o investimento na manhã do mesmo dia em que a Justiça do Acre determinou a suspensão de todos os pagamentos e de novas adesões ao sistema da TelexFree. De acordo com o contrato, o advogado teria sete dias para preencher o requerimento do reembolso. No entanto, devido ao bloqueio, ele não conseguiu contatar ninguém da empresa. Ao perceber que havia perdido o dinheiro e não tinha a quem recorrer na TelexFree, Dib decidiu entrar com uma ação na Justiça para exigir seu dinheiro de volta.
"Eu não sabia que a TelexFree atuava em pirâmide financeira. Achei que era um investimento de risco como qualquer outro, como na bolsa de valores", afirma Dib. A decisão foi assinada pela juíza Milene Aparecida Pereira Beltramini, da Terceira Vara Cível de Rondonópolis.
Conforme a decisão, a TelexFree tem 10 dias para devolver a quantia investida, a partir do dia da decisão judicial - a multa diária por atraso é de 1 mil reais. Esse é o primeiro caso de um participante do negócio que conseguiu recuperar o investimento após o bloqueio de bens da TelexFree pela Justiça.
Pirâmide - O crime de pirâmide financeira se confunde, muitas vezes, com o modelo de marketing multinível, pois ambos trabalham com o conceito de agregar associados à rede de vendas. A diferença entre eles é que no segundo, legal, a remuneração dos associados e vendedores é atrelada ao volume de vendas e não ao número de associados novos angariados. O modelo de pirâmide é insustentável no longo prazo porque a base de potenciais associados fica, com o tempo, mais estreita - e a receita da companhia com a venda dos produtos não consegue ser suficiente para remunerar as comissões de todos os associados.
Além da TelexFree, a BBom também teve seus bens congelados durante a investigação. No caso da primeira, era comercializado um sistema de telefonia via internet, o VOIP (Voice Over Internet Protocol). Já na segunda, a inserção de novos integrantes na rede era feita sob a alegação de que eles seriam parceiros em um comércio de rastreadores, que, segundo a investigação, era de fachada. Nem mesmo os rastreadores eram homologados junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel)

sábado, 6 de julho de 2013

Concurso Liquigás Distribuidora 2013







A Liquigás, empresa que atua no engarrafamento, distribuição e comercialização de Gás Liquefeito de Petróleo, disponibilizou seu  novo edital de processo seletivo público (nº 1/2013). Sob a responsabilidade da  Fundação Cesgranrio, o certame visa preencher 136 vagas e formar banco de reservas para ocupação de vagas futuras em cargos de níveis fundamental, médio e superior.
A inscrição deverá ser efetuada entre 04 e 22 de julho de 2013, na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br), mediante o pagamento de valores entre R$ 30,00 e 60,00, dependendo do cargo pretendido. O edital e demais informações encontram-se no mesmo endereço eletrônico.

Concurso Copel 2013: Edital e Inscrição








Foi publicado o edital n° 02/2013 de concurso público da Companhia Paranaense de Energia – Copel, visando o preenchimento de 33 vagas e a formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para profissionais de níveis médio, técnico e superior com salários variados de R$ 1.258,50 a R$ R$ 5.272,36.
Todos os empregados contratados terão direito ao auxílio alimentação e/ou refeição no valor de R$ 685,00, dentre outros benefícios. O concurso público será executado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio do Núcleo de Concursos da UFPR com apoio da COPEL.
As vagas são para o Estado do Paraná, Curitiba, Curitiba e região, Capitão Leonidas Marques, Laranjeiras do Sul e região, Dois Vizinhos e região, Realeza e região, Palotina e região, Cianorte e região, Iporã e região, Assis Chateaubriand e região.
De acordo com o edital, as oportunidades são para Advogado Júnior, Engenheiro Cartógrafo Júnior, Técnico em Agrimensura I, Profissional de Nível Médio II - Teleatendente II e Profissional de Nível Médio I - Leiturista.

A inscrição deve ser efetuada exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico www.nc.ufpr.br, até o dia 15 de julho de 2013.

A taxa de inscrição no concurso para os cargos com requisitos de formação de nível médio e técnico é de R$ 51 e para os cargos de nível superior é de R$ 65.

As provas, para todos os cargos, serão realizadas no dia 04 de agosto de 2013, com início às 14h00min (quatorze horas), e duração de quatro horas e trinta minutos, nas cidades de Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Maringá e Cascavel - PR.

No dia 04 de agosto de 2013, após a realização da prova, será divulgado o gabarito das questões objetivas, no seguinte endereço da internet: www.nc.ufpr.br.

O prazo de validade do concurso será de 1 ano, contado a partir da data da publicação do resultado no Diário Oficial do Estado do Paraná, podendo ser prorrogado por interesse e conveniência da COPEL.

sábado, 29 de junho de 2013

Zeitgeist – O documentário que eles não gostariam que você visse

ZEITGEIST: O Documentário que você tem que assistir!





Zeitgeist Ocultismo conspirações  Zeitgeist   O documentário que eles não gostariam que você visse
“They must find it difficult,
those who have taken authority as the thruth,
rather than thruth as authority”

- Gerald Massey

Sinopse: Filme gratuito que questiona grandes mitos/realidades da humanidade: a religião sendo realmente o ópio do povo; o 11 de Setembro sendo provocado pelo próprio governo americano para criar o medo e tirar liberdades de seu povo; e o sistema monetário, provocador de guerras e com o intuito de criar, no futuro, um governo global, implantando chips em todos os cidadãos do mundo

quarta-feira, 12 de junho de 2013

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QUEM NÃO TEM BATERIA...IMPROVISA!


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Concurso PRF 2013 policia federal


A Polícia Rodoviária Federal publicou o aguardado edital 1/2013 para realização de concursopúblico destinado ao provimento de vagas e formação de cadastro de reserva no cargo de Policial Rodoviário Federal, padrão I da Terceira Classe. Sob a responsabilidade do Cespe/UnB, o certame oferece 1.000 vagas, sendo 50 delas para candidatos com deficiência.
Apostila para Policial Rodoviário Federal: Impressa R$ 78,00 e Digital R$ 38,00
Para concorrer a uma dessas vagas, o candidato precisa ter curso de graduação de nível superior em qualquer área e Carteira Nacional de Habilitação de, no mínimo, categoria "B", além de atender a outros requisitos. Dentre as atividades inerentes ao cargo, estão a realização de atividades de natureza policial envolvendo fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo e o atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários. O subsídio inicial mensal é de R$ 6.106,81 para o cumprimento de uma jornada laboral de 40 horas por semana.

Inscrição

Para garantir a participação, o interessado deverá fazer inscrição somente via internet, no endereço eletrônico http://www.cespe.unb.br/concursos/dprf_13, no período entre 24 de junho de 2013 e 8 de julho de 2013. A taxa de inscrição é de 150 reais.

Etapas do concurso

Os candidatos inscritos serão avaliados em duas etapas distintas: a primeira compreenderá as fases de provas objetivas, prova discursiva, exame de capacidade física, avaliação de saúde, avaliação psicológica, investigação social e (ou) funcional e avaliação de títulos, todas de responsabilidade do Cespe. Todas essas fases e a perícia médica dos candidatos que se declararam com deficiência serão realizadas nas 26 capitais dos estados da Federação e no Distrito Federal.
A segunda etapa será composta pelo Curso de Formação Profissional, de responsabilidade compartilhada entre PRF e Cespe.
As provas objetivas e a prova discursiva serão aplicadas na data provável de 11 de agosto de 2013, com previsão de divulgação dos gabaritos (provas objetivas) no dia 13 de agosto. Os locais de provas serão conhecidos provavelmente no dia 05 de agosto de 2013 e a divulgação dos resultados se dará a partir do dia 02 de setembro de 2013.
A validade do concurso é de um ano, mas há a possibilidade de prorrogação desse prazo por igual período.
O edital completo e outras atualizações podem ser acessados na página do Cespe/UnB (http://www.cespe.unb.br/concursos/dprf_13).

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